Diário de bordo – Holanda, Bélgica e Alemanha

Recém formado no curso de Sommelier de Cerveja, me preparei para fazer um turismo cervejeiro na Europa, ou melhor, fazer uma pós gradação em duas grandes escolas cervejeiras, Alemanha e Bélgica.

A Alemanha é famosa pelo povo animado e que gosta de beber cerveja nos diversos biergartens espalhados pelo país e suas tradicionais festas, como a Oktoberfest. Em 1516 a Alemanha criou a lei de pureza alemã, ou Reinheskbot, que é orgulhosamente impressa em suas garrafas a fim de atestar a qualidade e tradição da cerveja. Essa lei estabelece que na fabricação da cerveja podem ser usados apenas água, malte, lúpulo e levedura.

A Bélgica é conhecida pela sua diversidade de cervejas, onde ao contrário da Alemanha, eles colocam adjuntos variados nas suas cervejas como mel, cerejas, pêssegos e outros a fim de aumentar a complexidade e criar novos sabores e aromas na cerveja. Essa escola é a preferida pela a maioria dos entusiastas cervejeiros.

O pais também é famoso pelas cervejas trapistas, feitas por monges. Na época que eu e meu pai fomos pra lá, meados de 2013, só haviam 7 mosteiros que podiam fazer do uso “do autêntico produto trapista”, impresso nas suas garrafas. Seis destes mosteiros ficam na Bélgica e apenas um na Holanda, na fronteira com a Bélgica.

Definidas as escolas cervejeiras a serem visitadas, montamos o roteiro com base na cerveja, seja pela importância da cidade no mundo cervejeiro ou pela cervejaria que a cidade abriga. Durante os 18 dias da viagem, além das cidades de Amsterdã na Holanda e Frankfurt na Alemanha, pontos de chegada e saída da Europa, e a cidade de Füssen onde conhecemos o Castelo Neuschwanstein visitamos 3 mosteiros trapistas, Achel, La Trappe e Westmalle e mais as 15 cidades listada a seguir:

Mapa do roteiro das cidades visitadas

Sobre

Chapecoense, Publicitário, Sommelier de Cerveja e aprendendo a fazer cerveja. Escritor do Rango e Trago, viajante e apaixonado por novas culturas. Me siga no Twitter, no Facebook e no Google+.

5 Comentários para “Diário de bordo – Holanda, Bélgica e Alemanha”

  1. Diana Mota disse:

    Olá, Ricardo. Estou planejando fazer uma viagem no final do ano para a Alemanha e conhecer outros países, mais ou menos no mesmo padrão que você fez, mas com duração de 7 dias. Para locomoção o custo-benefício é melhor de carro ou de trem/ônibus? Obrigada!

    • Olá Diana,

      Acredito que locomoção por trem seja o melhor custo/benefício. Eles tem boa oferta de horários e não costumam atrasar, além de te levarem pra diversas cidades de forma rápida e confortável.

      Boa viagem ;)

  2. COSTABILE disse:

    Olá.

    Achei muito interessante seu roteiro e pretendo fazer algo muito parecido, mas incluindo Bamberg na Alemanha e, talvez, retirando algumas das cidades visitadas por você na Alemanha.

    De seus 18 dias de viagem, passou em média quantos dias em cada lugar?

    Além dos voos de entrada e saída da Europa, você utilizou voos para locomoção ou somente trem?

  3. max disse:

    Estou pensando em um roteiro semelhante, também na intenção das cervejas. Meio caminho andado.

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